A Economia na Aliança do Pacífico

A economia na Aliança do Pacífico


A Aliança do Pacífico é o bloco econômico mais recente na econômica mundial. Formado por Chile, Peru, Colômbia, Costa Rica e México, o bloco responde por 42% do PIB da América Latina. Espera-se que o Panamá entre no bloco ainda este ano, situação que aumentará consideravelmente o PIB.


A Aliança do Pacífico, embora recém-criada, com apenas 2 (dois) anos de vida, já dá um show nos hermanos do Cone Sul. O Mercosul - que dorme em berço esplêndico - fez e faz água desde o seu nascedouro. O ambiente político dos países do Mercosul é o único responsável pelo mico que se tornou o bloco na América do Sul.


O Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, todos com vocação política de esquerda, do movimento populista, foram se abraçar e morrer juntos nas praias da Venezuela, de Hugo Chávez. O erro que se cometeu e ainda se comete no Mercosul não foi e jamais será praticado na Aliança do Pacífico.


A Aliança do Pacífico, diferentemente do Mercosul, nasceu bem e muito forte, com ambiente previamente preparado. Primeiro, o bloco foi concebido para realizar negócios com todo o Continente Asiático. Por razões geográficas, o relevo favorece o bloco econômico cujos países estão situados frontalmente aos principais parceiros asiáticos, a exemplo de China, Coreia do Sul e Japão.


O bloco foi estabelecido com o propósitio de reduzir a zero as tarifas/alíquotas dos produtos comercializados entre os países, entre os Estados-Parte. Essa redução já alcançou 90% dos produtos. De outro lado, foi criado clima de receptividade ao capital estrangeiro. O investidor estrangeiro e o seu capital são bem recebidos. Os governos dos países do bloco querem os investimentos estrangeiros nas suas terras e por isso criaram políticas atrativas.


Há plena segurança jurídica aos investidores e aos seus investimentos. Os investidores e os investimentos transitam pelo bloco com segurança, entram e saem quando querem, tudo de forma transparente e ágil, sem burocracia. As economias dos países do bloco crescem de forma substancial.


Os índices de crescimento são expressivos. Pegue-se, a título de exemplo, o Peru. A economia peruana cresceu nos últimos cinco anos com taxa média de 7% ao ano. Todos os segmentos da economia peruana cresceram satisfatoriamente. Os países do bloco possuem Acordos Bilaterais de Comércio com quase todos os países do mundo.


A economia é aberta, de mercado, com muitas oportunidades de negócios, nos variados segmentos econômicos da indústria, do comércio e de serviços. A lógica do bloco da Aliança do Pacífico não se aplica no Brasil, tampouco no Mercosul. Diferentemente do Brasil e do Mercosul, os países da Aliança do Pacífico querem investimentos estrangeiros e competitividade. Política econômica típica de esquerda fundamentalista, como se tem no Brasil, de protecionismo e de populismo não tem espaço naquele bloco.


É por isso que a Aliança do Pacífico vai muito bem, obrigado!

#ProfessorLuizGuerra #LuizFelipeGuerra

Saiba mais quem sou eu...

CEO do Guerra Advogados. 

Ph.D em Direito Comercial (UMSA).

Advogado. Parecerista. Árbitro. 

Doutrinador. Jurísta.

Palestrante e Conferencista.

Articulista. Autor de 61 Livros Jurídicos.

Prof. de Direito Comercial e Empresarial.

Prof. Convidado de Universidades.

Membro da Academias Interanacionais. 

Embaixador Cultural da RI Advocacia.

Membro Benemérito do IADF.

Diretor do IASP.

Diretor do CEBRAMAR. 

Presidente Câmara Comércio Brasil - Peru. 

 

Botafoguense! Temente a Deus!

 

Seja bem-vindo! 

 

 

Livros Mais Vendidos
Artigos em Destaque
O CADE e a Análise da Aquisição de Contas Sociais à Luz de Cessão de Marcas
Aquisições e Fusões Financiadas 
Recent Posts

© 2014 por Guerra Advogado - Advocacia Empresarial                                            

                                                             Since 1983

SIGA-NOS:

  • w-facebook
  • Twitter Clean